Documentos pessoais: mais simples do que parece
Nos países do Mercosul e associados (Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia…), brasileiro costuma entrar com RG em bom estado ou passaporte — e a CNH brasileira vale pra conduzir nesses países. Leve os originais físicos: versão digital nem sempre é aceita na fronteira.
Regra de viagem internacional: confirme as exigências atuais de cada país pouco antes de sair, nos canais oficiais (consulados/migração). Regras mudam, e a fila da fronteira não é lugar de descobrir isso.
Documentos da moto e a questão do nome
O CRLV da moto (original e dentro da validade) é obrigatório. O ponto que mais pega: o ideal é a moto estar no nome de quem viaja. Moto em nome de terceiro, financiada ou alugada costuma exigir autorização específica (em geral com tradução pro espanhol e reconhecimento) — resolva isso com semanas de antecedência.
Na fronteira a moto entra como "admissão temporária": guarde todos os papéis que receber na entrada, porque eles serão exigidos na saída.
Seguro de fronteira: a tal Carta Verde
Pra rodar nos países do Mercosul é exigido o seguro de responsabilidade civil internacional — a conhecida Carta Verde. É contratado no Brasil antes de sair, por período (dias/meses da viagem), e fiscalizado nas fronteiras e em blitz. Sem ele, a viagem pode parar na primeira aduana.
Países fora do acordo (como o Peru, por exemplo) podem exigir seguro próprio comprado na entrada. De novo: confirme o exigido em cada país do roteiro antes de sair.